Fresh Cut Medley Impressão artística

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

IVA BITTOVÁ ARTISTA CIGANA...ATRIZ,VIOLINISTA,CANTORA E COMPOSITORA...

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Iva nasceu na República Tcheca em 1958,de origem cigana.Iniciou sua carreira trabalhando no cinema,como atriz em 1970.Fez vários papéis em muitos filmes e,finalmente no início de 1980 começou a cantar e tocar violino.Sua técnica vocal e instrumental se aprimorou de tal forma que ela tornou-se reconhecida internacionalmente.Começou a gravar em 1986 e desde então, fez oito álbuns solo,alcançando o sucesso.Não desistiu da carreira no cinema e em 2003 atuou num filme (Zena) que foi indicado para o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2004.Ë uma cantora "avant-garde",criando performances incríveis no palco, 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

RITA HAYWORTH : UMA CIGANA EM HOLYWOOD...




MINIBIOGRAFIA

Filha de uma família de dançarinos ciganos espanhóis, Era filha do dançarino flamenco Eduardo Cansino, natural de Castilleja de la Cuesta, e de Volga Hayworth, chefes de uma famosa família de dançarinos ciganos espanhóis. Seu pai queria que ela se tornasse dançarina, enquanto a mãe desejava que ela fosse atriz. Seu avô, Antonio Cansino, era o maior expoente de Dança Clássica Espanhola, sua escola de dança em Madrid era mundialmente famosa, e foi ele quem deu a Rita, sua primeira lição de dança. Assim que ela fez três anos e meio, começou a ter aulas de dança. Ela não gostava, mas não teve coragem de contar para o pai. Durante vários anos ela frequentou diariamente aulas de dança no Carnegie Hall, sob a instrução de seu tio Angel Cansino.Margarita Carmen Cansino subiu ao palco pela primeira vez, aos doze anos, ao lado do pai. Treinada profissionalmente, ainda adolescente apresentou-se várias vezes em cassinos na fronteira dos EUA com o México. Um barman apaixonou-se por ela e inventou o drink "Margarita" em sua homenagem.

Primeiramente, atraindo a atenção de produtores de cinema como parte da "Família Cansino de Dançarinos", Margarita estreou no cinema em 1935 com o nome de Rita Cansino, no filme "O Inferno de Dante", após assinar contrato com a Fox Film Corporation.  Depois de participar de alguns outros filmes, em pequenos papéis, o Estúdio não renovou seu contrato, fazendo com que ela passasse a trabalhar para diversas produtoras, em filmes de baixo orçamento, inclusive alguns faroestes.

Em 1937, ao ser contratada pela Columbia Pictures, adotou o nome de Rita Hayworth. Sua beleza chamou a atenção dos dirigentes do Estúdio, que viram nela a possibilidade de vir a se tornar uma grande estrela. Em 1939, obteve o segundo melhor papel feminino em "Paraíso Infernal", de Howard Hawks.  Dois anos depois, ela viveria seu primeiro sucesso, ao trabalhar ao lado de James Cagney e Olivia De Havilland em "Uma Loura com Açúcar". No mesmo ano, ao contracenar com Tyrone Power em "Sangue e Areia", viu solidificar-se seu caminho para o estrelato. Ao dançar com Fred Astaire em "Bonita Como Nunca" e "Ao Compasso do Amor", e depois com Gene Kelly em "Modelos", Rita firmou-se como uma das maiores dançarinas de Hollywood e a maior estrela romântica dos anos 40.  O clássico "Gilda", de 1946, ao lado de Glenn Ford, a transformou no maior mito da década.

Rita casou-se cinco vezes: seu primeiro casamento foi com o empresário Edward Judson (1937 - 1943); divorciada, casou-se em seguida com Orson Welles (1943 - 1948), com quem teve a filha Rebecca Welles; seu terceiro casamento foi com o príncipe Ali Kahn (1949 - 1953), com quem teve a princesa Yasmin Aga Kahn; em seguida, casou-se com o cantor Dick Haymes (1953 - 1955) e, finalmente, em 1958, casou-se com o produtor James Hill, de quem se divorciou três anos depois.

Seus três últimos casamentos a fizeram interromper sua carreira por diversas vezes.  Seu insucesso no amor era por ela definido como: "A maioria dos homens apaixona-se por Gilda, mas acorda comigo".

. Após atuar em "Aguirre, a Cólera dos Deuses", 1972, ela não mais voltou às telas. Em 1980, foi diagnosticada com "Mal de Alzheimer". No ano seguinte, foi colocada sob a tutela de sua filha Yasmin, com quem permaneceu até sua morte aos 68 anos de idade.





sábado, 30 de julho de 2011

FLORBELA ESPANCA...POETISA




Florbela Espanca(Vila Viçosa, 8 de Dezembro de 1894— Matosinhos, 8 de Dezembro de1930), batizada com o nome Flor Bela Lobo  foi uma poetisa portuguesa. A sua vida de trinta e seis anos foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização,feminilidade e panteísmo 


CAMILLE CLAUDEL...ESCULTORA




Camille Claudel



Escultora francesa (8/12/1864-19/10/1943). Camille-Rosalie Claudel, irmã do poeta Paul Claudel, nasce em Villeneuve-sur-Fère. Artista de reconhecido talento, colabora na obra do também escultor Auguste Rodin, com quem vive um romance de vários anos.Dessa fase, o trabalho mais conhecido é a escultura Busto de Rodin. Acredita-se também que tenha feito figuras inteiras em vários projetos de Rodin, particularmente em A Porta do Inferno (a famosa escultura O Pensador é um detalhe dessa obra).
Em 1881 muda-se com a família para Paris. Entra para a Academia Colarossi, hoje Grande Chaumière, e três anos mais tarde vai estudar com Rodin. Em pouco tempo, torna-se assistente e amante do escultor. Suas obras, marcadas pelo lirismo e pela sensibilidade, concentram-se em bustos e figuras humanas nuas.
Em 1892 rompe o relacionamento com o escultor. A partir de 1898, recusa-se a exibir trabalhos antigos e busca um novo estilo. Em 1913 é internada à força no asilo de Ville-Évrard com problemas mentais. Durante os meses seguintes, manda cartas constantes para o irmão, nas quais revela suas angústias. No início de 1914 é transferida para o asilo Montdevergues, onde permanece até morrer.




EXTRAÍDO DE:http://www.algosobre.com.br/

sexta-feira, 29 de julho de 2011

EMILE BRONTË...ESCRITORA







Emily Jane Brontë (Thornton,30 de julho de 1818- Haworth, 19 de dezembro de 1848) foi uma escritora epoetisa britânica, autora do romanceWuthering Heights(O Morro dos Ventos Uivantes), hoje considerado um clássico da literatura mundial. Era a segunda irmã mais velha das três sobreviventes irmãs Brontë, entreCharlotte e Anne. Ela escrevia sob o pseudônimo masculino Ellis Bell.
É, das três irmãs, a que menos se têm informações, vivendo reclusa e introvertida. Charlotte Brontë, no seu prólogo para a edição de Wuthering Heights de 1850, falou da relação da irmã com as pessoas: "Embora seus sentimentos pelos que a cercavam fossem benevolentes, relações com eles ela nunca procurou, nem, com poucas exceções, as experimentou. E mesmo assim ela os conhecia: sabia seus costumes, sua linguagem, a história de suas famílias; podia ouvir sobre eles com interesse, e falar deles com detalhes (...); porém, com eles, raramente trocou uma palavra".
 O MORRO DOS VENTOS UIVANTES

CECÍLIA MEIRELES...POETISA







Cecília Meireles
"...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."

(Romanceiro da Inconfidência)

Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."
Conclui seus primeiros estudos — curso primário — em 1910, na Escola Estácio de Sá, ocasião em que recebe de Olavo Bilac, Inspetor Escolar do Rio de Janeiro, medalha de ouro por ter feito todo o curso com "distinção e louvor". Diplomando-se no Curso Normal do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, em 1917, passa a exercer o magistério primário em escolas oficiais do antigo Distrito Federal.

Dois anos depois, em 1919, publica seu primeiro livro de poesias, "Espectro". Seguiram-se "Nunca mais... e Poema dos Poemas", em 1923, e "Baladas para El-Rei, em 1925.

Casa-se, em 1922, com o pintor português Fernando Correia Dias, com quem tem três filhas:  Maria Elvira, Maria Mathilde e Maria Fernanda, esta última artista teatral consagrada. Suas filhas lhe dão cinco netos.

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "O Espírito Vitorioso", uma apologia do Simbolismo.

Correia Dias suicida-se em 1935. Cecília casa-se, em 1940,  com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo.

De 1930 a 1931, mantém no Diário de Notícias uma página diária sobre problemas de educação.

Em 1934, organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, ao dirigir o Centro Infantil, que funcionou durante quatro anos no antigo Pavilhão Mourisco, no bairro de Botafogo.

Profere, em Lisboa e Coimbra - Portugal, conferências sobre Literatura Brasileira.

De 1935 a 1938, leciona Literatura Luso-Brasileira e de Técnica e Crítica Literária, na Universidade do Distrito Federal (hoje UFRJ).

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "Batuque, Samba e Macumba", com ilustrações de sua autoria.

Colabora ainda ativamente, de 1936 a 1938, no jornal A Manhã e na revista Observador Econômico.

A concessão do Prêmio de Poesia Olavo Bilac, pela Academia Brasileira de Letras, ao seu livro Viagem, em 1939, resultou de animados debates, que tornaram manifesta a alta qualidade de sua poesia.

Publica, em 1939/1940, em Lisboa - Portugal, em capítulos, "Olhinhos de Gato" na revista "Ocidente".

Em 1940, leciona Literatura e Cultura Brasileira na Universidade do Texas (USA).

Em 1942, torna-se sócia honorária do Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro (RJ).

Aposenta-se em 1951 como diretora de escola, porém continua a trabalhar, como produtora e redatora de programas culturais, na Rádio Ministério da Educação, no Rio de Janeiro (RJ).

Em 1952, torna-se Oficial da Ordem de Mérito do Chile, honraria concedida pelo país vizinho.

Realiza numerosas viagens aos Estados Unidos, à Europa, à Ásia e à África, fazendo conferências, em diferentes países, sobre Literatura, Educação e Folclore, em cujos estudos se especializou.

Torna-se sócia honorária do Instituto Vasco da Gama, em Goa, Índia, em 1953.

Em Délhi, Índia, no ano de 1953, é agraciada com  o título de Doutora Honoris Causa da Universidade de Délhi.

Recebe o Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962.

No ano seguinte, ganha o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro "Poemas de Israel", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Seu nome é dado à Escola Municipal de Primeiro Grau, no bairro de Cangaíba, São Paulo (SP), em 1963.

Falece no Rio de Janeiro a 9 de novembro de 1964, sendo-lhe prestadas grandes homenagens públicas. Seu corpo é velado no Ministério da Educação e Cultura. Recebe, ainda em 1964, o Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro "Solombra", concedido pela Câmara Brasileira do Livro. 
"Aprendi com a primavera a me deixar cortar.
E a voltar sempre inteira."(Cecília Meireles).
Poetisa de origem cigana.




Foto Cecília Meireles