Fresh Cut Medley Impressão artística

quinta-feira, 28 de julho de 2011

BALLET...







As famosas bailarinas russas começaram a aparecer na Europa em meados do século XIX. Conquistaram de vez os teatros.

O Romantismo na dança foi inalgurado por Marie Taglioni. Assim, as bailarinas se tornaram seres quase irreais, em um ideal de imaterialidade. Toda a técnica e estética da dança foi revolucionada. Taglioni criou a sapatilha de ponta, dando às bailarinas a possibilidade de executar proezas técnicas e aparência de flutuar nas pontas dos pés, além do tutu - vestido semi-longo, de tule, com corpete justo, possibilitando liberdade total para os movimentos. Sua mais famosa criação foi "La Sylphide" (1832).
O Ballet Clássico se originou das danças coral cortesã e mourisca. Grupos de figurantes (cavalheiros da corte e, às vezes damas) formavam as "entradas de mouriscas", usando trajes bizarros na caracterização dos personagens. As danças se sucediam a intervalos, cada grupo realizava seu bailado e, por fim, todos se uniam na dança geral.(EXTRAÍDO DO BLOG "JEITINHO DE BAILARINA)

UMA POETISA FAMOSA...

Picture of Elizabeth Barrett Browning, poet and author of Sonnets from the Portugese poet; nineteenth century British Literature / English Literature and poetry





Elizabeth Barrett Browning (Kelloe,Durham, 6 de Março de 1806 —Florença, 29 de Junho de 1861) foi uma poetisainglesa da época vitoriana.
Autora de Sonetos do Português, reunião de poemas românticos — sua própria história de amor com o marido, o também poeta Robert Browning. Um destes poemas (o de número 43) é considerado o mais belo escrito por uma mulher em língua inglesa:
Amo-te quanto em largo, alto e profundo/Minh'alma alcança quando, transportada,/Sente, alongando os olhos deste mundo,/Os fins do Ser, a Graça entressonhada./Amo-te em cada dia, hora e segundo:/A luz do sol, na noite sossegada./E é tão pura a paixão de que me inundo/Quanto o pudor dos que não pedem nada./Amo-te com o doer das velhas penas;/Com sorrisos, com lágrimas de prece,/E a fé da minha infância, ingênua e forte./Amo-te até nas coisas mais pequenas./Por toda a vida. E, assim Deus o quisesse,/Ainda mais te amarei depois da morte.
Tradução de Manuel Bandeira.
Elizabeth foi a dona do Cocker Spaniel que inspirou Virginia Woolf a escrever Flush.
( EXTRAÍDO DA WIKIPÉDIA)



UMA CÉLEBRE PIANISTA...

Clara Schumann, nascida Clara Josephine Wieck (Leipzig, Saxônia,13 de setembro de 1819 - Frankfurt am Main, 20 de maio de 1896) foi umapianista e compositora românticaalemã. Era casada com o também compositor Robert Schumann.
Desde muito jovem, aprendeu a técnica do piano com seu pai, Friedrich Wieck. A mãe, Marianne, era um excelente musicista e dava concertos. Quanto Clara tinha 4 anos, os pais se divorciaram, e posteriormente Friedrich ganhou a custódia da menina. Aos 5 Clara começou a ter lições de piano mediante a disciplina rígida do pai. A partir dos 13 anos desenvolveu uma brilhante carreira pianística, apresentando-se em vários palcos pelaEuropa.

Aos 14 anos, começou a compor o Concerto para piano em lá menor, que foi apresentado quando ela tinha 16, tendo a regência de Felix Mendelssohn.
Destacou-se também pela performance de compositores românticos da época, como Chopin e Carl Maria Von Weber.
Na adolescência iniciou um romance com Robert Schumann que na época era aluno de seu pai. Ao tomar conhecimento da ligação de Robert e Clara, Wieck ficou furioso, pois Robert tinha problemas com a bebida, o fumo e crises depressivas. Preocupado com o futuro da filha, proibiu a relação. A conseqüência foi uma longa batalha judicial, em que, após um ano de litígio, Schumann conseguiu a permissão para desposar Clara, após ela completar 21 anos.
Depois do casamento, Clara e Robert começaram uma longa colaboração, ele compondo e ela interpretando e divulgando suas composições. Clara continuou a compor, mas a vida em comum era complicada, pois ela foi forçada a parar a carreira por diversos períodos, devido às 8 gestações e, apesar de Schumann aparentemente encorajar sua criação musical, ela abdicou muitas vezes de sua carreira como compositora para promover a do marido. A situação era agravada por várias diferenças entre o casal: Clara adorava turnês, Robert as odiava; ele precisava de silêncio e tranquilidade para praticar, o que significa que Clara ficava em segundo plano, pois somente após o estudos do marido ela poderia ter suas horas de estudo.
Outro problema eram as constantes crises nervosas do marido, que fizeram Clara assumir as responsabilidades familiares sozinha. A pior crise de sua vida aconteceu quando Schumann entrou em depressão crônica, o que obrigou a família a interná-lo num manicômio, onde ficou por dois anos, até sua morte. Após 14 anos de casamento, Clara ficou sozinha com os filhos, tendo que dar aulas e apresentações para sustentar a família.
A partir daí, ironicamente, ela ficou livre para compor e dar concertos, e sua carreira finalmente se desenvolveu. A amizade com Johannes Brahms foi o principal sustentáculo nesse período, o que deu margem a fofocas de que os dois teriam um romance. Foram anos de colaboração mútua, já que os dois artistas eram defensores ferrenhos da estética romântica ligada a um padrão mais formal, e opositores de Wagner e Liszt.
A amizade durou até o final da vida de Clara. Os últimos anos da compositora foram marcados por uma brilhante carreira como professora e o reconhecimento como concertista, chegando até a ser comparada comLiszt.


(EXTRAÍDO DA WIKIPÉDIA)

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

MARIA COSWAY(1760-1838).

AUTO-RETRATO.

Descendente de italianos e ingleses esta pintora florentina (Maria Luisa Caterina Cecilia Hadfield  ou Maria Cosway, 1760-1838) casou-se com o pintor da corte britânica Richard Cosway para satisfazer os desejos de sua mãe.
Sua produção artística foi progressivamente sufocada pelo marido, teve um célebre romance com o presidente americano Thomas Jefferson e fundou escolas para meninas em Lyon e em Lodi.

Lodi, na Itália, abriga a "Fundação Maria Cosway" dedica à formação de meninas até hoje. Lá, Maria refutou métodos autoritários na formação das adolescentes.


ADELAIDE LABILLE-GUIARD(1749-1803)



                      Autoretrato de Adelaide Labille-Guiard






Nasceu em Paris (1749-1803) e trabalhou como miniaturista com François Elie Vincent. Contemporânea de Marie-Louise Elisabeth Vigée-Lebrun teve com ela grande rivalidade profissional e desfrutou carreira de sucesso. Ao contrário de Lebrun - que pintou a corte francesa - Adelaide pintou membros da aristocracia e figuras revolucionárias.


EXTRAÍDO:http://arteducaoonline.blogspot.com/

MARIE-NICOLE DUMONT(1767-1846),


 Marie-Nicole Dumont, "Autoretrato - As Ocupações da Artista"                                                                                                                                                            Parisiense (1767-1846), esposa do pintor François Dumont, são pouquíssimas as informações sobre a artista, salvo que o casal morou no Louvre a convite do Rei Luis IX e pintou para a corte.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Artemisia Gentileschi

Ficheiro:Self-portrait as the Allegory of Painting by Artemisia Gentileschi.jpg
AUTO-RETRATO.
Artemisia Gentileschi (Roma, 8 de julho de 1593 – Nápoles, 1653) foi uma pintora italiana.
Uma das únicas mulheres a serem mencionadas no ramo da pintura artística no barroco, sendo a primeira a possuir uma posição privilegiada. Dedicou-se a temas trágicos em que suas personagens(femininas) representam papéis de heroínas.
Conforme a versão de Susan Vreeland, em seu romance sobre Artemisia Gentileschi, Artemísia foi violentada por Agostino Tassi, um assistente do ateliê do pai, e, não podendo ficar em Roma, é arranjado um casamento de conveniência. Humilhada pela Igreja, ela parte rumo à Florença, onde descobre uma excitante vida no mundo das artes na Itália do século XVII e, com o crescente sucesso de suas obras, torna-se a primeira mulher a entrar para a Academia de Arte de Florença.
ALGUMAS OBRAS: